I18N

Internacionalização e Localização de Software

Algumas sugestões que tenho estão relacionadas a ferramentas de apoio e de padrões (linguagens e formatos) de internacionalização e/ou localização.

Se forem ligadas diretamente à internacionalização, a abordagem deve ser sobre uma linguagem de programação específica. O aluno deve conhecer bem a linguagem de programação escolhida e saber programá-la em diversos ambientes (diversas ferramentas). Se programação não é o teu forte, não creio que este seja um bom tema.

Para a área intersticial entre internacionalização e localização há diversas possibilidades, especialmente tratando de formatos padronizados de linguagens baseadas em XML, aplicáveis a diversas atividades e processos. Poderíamos trabalhar aí alguns parsers e avaliar propostas de padrões que estão sendo apresentadas para fluxo de trabalho de internacionalização/localização, por exemplo.

Dentro da localização pura, há também a possibilidade de estudar algumas opções relacionadas à construção de ferramentas de apoio à tradução/localização, avaliação de qualidade, etc.

Veja exemplos do TCC do Achilles, finalizado em 2005.2, denominado Computer Aided Translation e do Helion, concluído em 2004.1 com o título Ferramentas de apoio à criação de código internacionalizável , que estudaram diversas ferramentas comerciais e livres disponíveis para estabelecer uma base de conhecimento e propor ferramentas novas, com características próprias que consideramos adequadas, envolvendo padrões de memórias de tradução, utilizando a web como interface entre tradutores remotos e compartilhamento de conhecimento entre os tradutores e as bases de informação de cada um.

Também na área de engenharia de software ligado à internacionalização, há questões ligadas a teste de software internacional que seria interessante começar a trabalhar.

Idiomas como japonês, chinês e outros orientais representam um desafio a mais na hora da programação, pois os conjuntos de caracteres são muito maiores do que os suportados pelo ASCII ou ISO8859. Assim, para habilitar os programas a trabalhar com conjuntos de caracteres estendidos há que se definir procedimentos e disciplinas específicas. Estudá-las e organizá-las na forma de um manual, roteiro ou tutorial seria um belo TCC.

Aí estão algumas idéias. Quem quiser conversar sobre alguma destas ou outras relacionadas, pode me procurar.